A dieta pode ajudar a reduzir o ácido úrico?

6 de janeiro de 2022

Articulações inchadas, vermelhas e doloridas? Atenção, esses são sinais que podem estar associados a uma condição conhecida como hiperuricemia, caracterizada pela elevação nas taxas de ácido úrico no organismo. Mas, essas não são as únicas consequências.

Nos pacientes com altos índices de ácido úrico, as chances de desenvolver cálculo renal, AVC (acidente vascular cerebral) e gota são altas. Por esse motivo, procurar um tratamento é fundamental. Mas, afinal, a dieta pode ajudar a reduzir o ácido úrico?

Estudos recentes demonstram que a dieta pode auxiliar em casos nos quais o tratamento medicamentoso não está sendo suficiente. Portanto, a dieta entra como um auxílio no tratamento.

Ácido úrico: o que é e quais os riscos das taxas elevadas?

O ácido úrico provém da degradação das purinas (adenina e guanina, dois dos nucleotídeos que compõem o DNA e o RNA), aproximadamente 85% é de produção endógena (produzida pelo próprio corpo) e cerca de 15% é resultante da metabolização das nucleoproteínas contidas nos alimentos.

Neste sentido, o ácido úrico é resultado do metabolismo das purinas: enquanto parte desse ácido é eliminada pelos rins através da urina, o restante permanece circulando em nossa corrente sanguínea. E o que causa a elevação nas taxas desse material?

Diversos fatores podem influenciar na elevação das taxas de ácido úrico no sangue, tais como problemas no funcionamento dos rins, alta ingestão de alimentos ricos em purina, produção extra do fígado, entre outros. 

Como resultado, o paciente pode desenvolver problemas de saúde mais graves, incluindo AVC, cálculos renais e gota, que é uma doença inflamatória que causa dor intensa, vermelhidão e inchaço nas articulações, especialmente na região do dedão do pé. 

Entenda a orientação nutricional para reduzir o ácido úrico

Articulações inchadas, vermelhas e doloridas? Atenção, esses são sinais que podem estar associados a uma condição conhecida como hiperuricemia, caracterizada pela elevação nas taxas de ácido úrico no organismo. Mas, essas não são as únicas consequências.  Nos pacientes com altos índices de ácido úrico, as chances de desenvolver cálculo renal, AVC (acidente vascular cerebral) e gota são altas. Por esse motivo, procurar um tratamento é fundamental. Mas, afinal, a dieta pode ajudar a reduzir o ácido úrico?  Estudos recentes demonstram que a dieta pode auxiliar em casos nos quais o tratamento medicamentoso não está sendo suficiente. Portanto, a dieta entra como um auxílio no tratamento. Ácido úrico: o que é e quais os riscos das taxas elevadas? O ácido úrico provém da degradação das purinas (adenina e guanina, dois dos nucleotídeos que compõem o DNA e o RNA), aproximadamente 85% é de produção endógena (produzida pelo próprio corpo) e cerca de 15% é resultante da metabolização das nucleoproteínas contidas nos alimentos.  Neste sentido, o ácido úrico é resultado do metabolismo das purinas: enquanto parte desse ácido é eliminada pelos rins através da urina, o restante permanece circulando em nossa corrente sanguínea. E o que causa a elevação nas taxas desse material?  Diversos fatores podem influenciar na elevação das taxas de ácido úrico no sangue, tais como problemas no funcionamento dos rins, alta ingestão de alimentos ricos em purina, produção extra do fígado, entre outros.   Como resultado, o paciente pode desenvolver problemas de saúde mais graves, incluindo AVC, cálculos renais e gota, que é uma doença inflamatória que causa dor intensa, vermelhidão e inchaço nas articulações, especialmente na região do dedão do pé.  Entenda a orientação nutricional para reduzir o ácido úrico

No tratamento e na prevenção da hiperuricemia, o cuidado com a alimentação é um aliado. A dieta pode ajudar a reduzir o ácido úrico desde que seja acompanhada e orientada por um nutricionista especializado. De modo geral, a estratégia inclui:

  • beber bastante água;
  • praticar atividade física;
  • ingerir leite e derivados com baixo teor de gordura;
  • não consumir alimentos com teor elevado de purina;
  • evitar bebidas alcoólicas;
  • aumentar a ingestão de alimentos de origem vegetal.

Para montar uma dieta adequada para cada paciente de maneira individual, considerando suas preferências, restrições e necessidades nutricionais, é essencial buscar auxílio de um nutricionista com ampla experiência no tratamento de doenças. 

Alimentação balanceada e prazerosa com ajuda especializada

A Dra. Diana Ruffato é nutricionista especialista em doenças que atua na montagem de estratégias nutricionais voltadas para pacientes com ácido úrico elevado. Agende uma consulta, tire suas dúvidas e saiba como uma alimentação balanceada pode ser saudável e prazerosa ao mesmo tempo. 

 

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