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A Associação Brasileira de Nutrição (ASBRAN) publicou recentemente um documento que faz orientações quanto à prática do Jejum Intermitente, dieta na qual o paciente se submete a longos períodos sem se alimentar, sejam eles sólidos ou líquidos.

Sobre o Jejum Intermitente: Recentemente, o Jejum Intermitente ficou famoso por ser uma dieta eficiente por fazer a pessoa emagrecer mais rápido do que com as dietas convencionais. Contudo, o método passou a ser como base de estudo para que seus efeitos pudessem ser melhores compreendidos.
O Jejum Intermitente ganhou manchetes há algum tempo como mais uma dieta eficiente para emagrecer, sendo incentivado com base em estudos não conclusivos. No ano passado, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) apresentaram no Congresso da Sociedade Europeia de Endocrinologia trabalho mostrando que dietas de jejum intermitente, especialmente a do tipo 5:2, podem aumentar o risco de diabetes tipo 2.

De fato não há consenso entre a comunidade científica sobre o Jejum Intermitente e para a Asbran é preciso muita cautela.
“São necessários ensaios clínicos controlados randomizados, especialmente de longo prazo e envolvendo humanos, sob JI versus dietas convencionais de restrição calórica contínua (RCC) que permitam comprovar a eficácia dos efeitos na saúde atribuídos ao JI, bem como as demais repercussões à saúde, sobretudo seus potenciais efeitos adversos. Esses ensaios devem possuir protocolos consensualmente definidos para suportar a adoção do JI como alternativa terapêutica para as diversas situações”, adverte o Parecer Técnico.
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